terça-feira, 30 de outubro de 2012

Natal 100% Tuga

Tenho andado aqui a pensar... então e se neste Natal só oferecesse presentes de origem Portuguesa?
Vai implicar muita pesquisa porque, verdade seja dita, é muito mais fácil ir a lojas como a Zara (por esta altura já devem ter percebido que eu adoro a Zara, certo?) e despachar 3 ou 4 pessoas com coisas muito giras, feitas no Srilanka e por menos de 50 euros, mas sinto-me menina para tentar. Há por aí tanta gente talentosa, tantas empresas Portuguesas com artigos de óptima qualidade e deste lado há muita vontade de me dedicar a transformar este Natal, num Natal 100% Tuga.
Vou dormir sobre o assunto.

Será que também só posso pedir presentes portugueses? Isso é que não dava jeito nenhum... então e as minhas Hunter e os meus Tom Ford? 

A sério Teresinha?
Tu achas mesmo que esse vestido te favorece?
Querem arruinar a tua imagem. Isso é certo!
Eu já andava a reparar que as roupinhas da Teresa Guilherme estavam a ficar tão más quanto as suas rimas, mas este vestido é qualquer coisa...




Mas quem é que te veste MULHER???

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

E já que estamos numa de ténis...


A Converse lançou esta colecção inspirada em Oscar Niemeyer, conhecido arquitecto brasileiro, apelidado por muitos como o arquitecto do século. Para mim é o Arquitecto das Curvas, por razões óbvias.
Voltando aos ténis, se tivesse euros em monte e espaço suficiente na sapateira (que não tenho e está aqui a prova), acho que marchavam todos lá para dentro, como sou obrigada a escolher, que venham os branquinhos.






the chosen one






Cold Feet

E pronto, este dia tinha que chegar...
O Baby F. calçou o seu 1o par de ténis... Devia ser crime eles crescerem assim tão rápido!
Gosto de ver os bebés de pé ao léu, e andei a adiar até não poder mais, mas com este tempo já não dá e as meias já não se aguentam muito tempo no sítio. Ainda corro o risco de andar aí a semear meias pelo caminho... Assim sendo lá cedi e pronto, cá está o meu filho com calçado de gente grande...

E aqui estão também os meus primeiros ténis que viraram obra de arte- prenda da mamã.
É para verem como isto de primeiros ténis é um big deal nesta familia!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

É o Terror!!!

A nossa Bimby tem dói-dói...
É o terror cá em casa!
Amanhã a prioridade nº 1 é levá-la ao Sô Doutor (a.k.a. Vorwek) e eu vou ficar em casa a rezar o terço para que o arranjo seja bem baratinho.


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Da teoria à práctica

Agora que começo a formar a minha família apercebo-me que à minha volta contam-se pelos dedos de uma mão os casais que têm relações duradouras e equilibradas (é essencial aqui a componente equilibradas!). Sou de uma geração de filhos de pais divorciados que sabe a teoria para manter uma relação conjugal saudável mas que não vivenciou a parte práctica. 
Sei perfeitamente que há por aí muitos casais que continuam juntos e que vivem felizes. Não me interpretem mal, estou a falar dos que não conseguiram, que infelizmente são muitos. 
Chego à conclusão que não sabia o nível de tolerância, empenho e p-a-c-i-ê-n-c-i-a que é preciso ter numa relação. Tinha ideia que era muito, mas não sabia que era tanto. Vivo com ele há 6 anos, e ainda hoje não me habituei, ainda hoje me irrito como na 1ª semana. Primeira não porque na primeira é tudo um mar de rosas... segunda, vá. E ele sente exactamente o mesmo, tenho a certeza.
Agora temos um filho, não podemos mandar tudo pelos ares como poderíamos ter feito anteriormente. Agora o Baby F. precisa de nós. Precisa dos dois. Mas precisa acima de tudo de um lar onde haja tolerância, onde estejam duas pessoas que se amam e que se comprometeram a mantê-lo equilibrado e  saudável. E isso assusta-me desde o dia em que ele nasceu. 
Quero que ele tenha bons modelos para seguir. Quero que um dia (daqui a muitos e muitos e muitos e muitos anos ) ele tenha um relação e se saiba comprometer. Saiba que há gestos e palavras que podem mudar as coisas para sempre e que há linhas que não se atravessam. Nunca.
Tanto eu como ele não queremos repetir os erros dos nossos pais, que não os cometeram de propósito é certo, mas cometeram e nós também pagamos um preço. Menor que o deles na minha opinião, porque acima de tudo viver com o peso de um lar desfeito, de um casamento falhado deve ser um fardo pesado.

É certo que nesta casa não há os típicos "paz de alma". Somos meio estoirados e fervemos em pouca àgua (e aqui à menina falta-lhe o filtro entre o pensamento e as palavras) mas mesmo assim e com muita p-a-c-i-ê-n-c-i-a vamos construindo devagarinho o nosso cantinho e vamos aprendendo aquilo que não nos foi exemplificado.
Espero daqui a muitos anos ainda ter este blog para me livrar das palavras que me enchem o pensamento e poder fazer uma análise com avaliação positiva a este T2 à beira mar plantado a que chamamos lar. 



P.S.- daqui a alguns anos espero apenas fazer um upgrade para uma V5 com piscina (à beira mar plantada)

terça-feira, 23 de outubro de 2012

A criança cresce da noite para o dia. A roupa vai para lavar e quando volta já lhe está apertadinha.
Juro que não sou eu que a encolho... Era possivel, mas por acaso não sou.
Posto isto, lá fomos uma vez mais renovar o guarda-roupa do Baby F. que desatou numa choradeira assim que chegamos à caixa. Ele lá sabe... eu se pudesse também chorava.